Palavras loucas e dispersas tomam conta de mim.
Homens insanos e vadios transformam-se em meus atos.
Mulheres e crianças deixam-me mais forte.
Com um olhar cristalino persigo o que há de bom.
Do insano ao imundo confronto com o belo.
O belo é desejo mortal de ter o seu corpo,
mesmo que seja a força.
É a vontade de humilhar-te
até mesmo em pensamento.
É ter o olhar sobre suas lágrimas
e matar a minha sede.
Sofra como um albatroz sem asas.
Isso me dá prazer.
Satisfaça o meu desejo de olhar o seu padecer.
Cultive a dor para que possa colhê-la em forma de
anestésico.
Ela já não faz efeito em mim.
Implore!
Eu não vou te ajudar.
Ajoelhe-se!
Não vou te perdoar.
Chore!
Preciso desse doce canto de desespero.
Então venha até mim.
Nós pertencemos um ao outro e nem sabíamos disso.
Precisávamos conhecer o que havia do outro lado.
Encontramos a anormalidade que afligi milhões de normais.
Olhe para mim...
O que você espera?
Quero saber dos seus sentimentos.
Quem sabe algum dia eu te esqueça...
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