Sua beleza era somente reconhecida em seus maiores momentos de desespero, ficava intrínseca como fases cíclicas de seus desesperos. Os outros a olhavam como se nada fosse. No verão não conseguia promover sombra alguma, pois não tinha flores, mas apesar de tanta beleza parada, não era o suficiente, posto que era temporário. Nunca, em tempo algum pode ler algum poema de inverno que a remetesse em suas folhagens como cenário, apenas o vento tentava a inclinar, mas ela o abandonava. Os olhares passavam despercebidos, como se a única função fosse figurar uma paisagem que já estava composta. Via-se só, até que certo dia, um jovenzinho que passava por ali, assim como ela, sozinho e sem brilho, porém belo a viu. Os dois se apaixonaram, como nos contos e foram felizes, compondo suas próprias paisagens.
Oi Cleber, sou Carol prima do Du, tentei entrar aqui algumas vezes e nunca dava certo.
ResponderExcluirÉ lindo seu blog, adorei esse texto.
Brigadim por ta seguindo ovelha negra.
Estou seguindo você também e vou deixar seu blog indicado na minha página.
beijooo e ate mais